Pular para o conteúdo

Hábitos de vida e consumo de alimentos pós pandemia de Covid-19 em São Luiz, Maranhão.

O Brasil possui mais de 28 milhões de pessoas idosas (13% da população) e a estimativa é que até 2043, ¼ da população deverá ter mais de 60 anos. Os dados foram apresentados pelo Prof. Eliakim Mendes do Centro Universitário Dom Bosco, Maranhão, durante o 14º Congresso Internacional da Rede Unida, realizado de forma online, que contou com a participação de professores da Europa e América Latina. América Latina.

Esse estudo foi desenvolvido em São Luís, Maranhão, Brasil. O estado do nordeste brasileiro conta com 8,3% de sua população composta por idosos e a menor expectativa de vida dentre os estados brasileiros (atualmente de 70,6 anos).

O objetivo da pesquisa era descrever os hábitos de vida (alimentação, tabagismo, atividade física, consumo de álcool) e consumo de alimentos desses idosos durante pandemia de COVID-19.

Pelos estudos do prof. Eleakim, sabe-se que o fator idade sozinho já é um risco para a população dentro dessa faixa etária, porém é importante atentar ao público já possuem comorbidades associados a desfechos clínicos desfavoráveis. A diabetes, hipertensão, problemas cardíacos e doenças respiratórias aumentam o risco de óbito, e foram as mais presentes nesse estudo. Dos participantes da pesquisa 34,21% possuíam hipertensão, 34,21% dislipidemia e 31,57% doenças respiratórias.  

Em contrapartida, foi encontrada uma redução de 64,74% no consumo de álcool e 71,18% começaram a consumir nutrientes específicos para imunidade. Sabe-se a importância da alimentação saudável está diretamente ligada a prevenção e o tratamento de diversas patologias.

Esse aumento no consumo de alimentos e nutrientes, mesmo que em 38,98% dos casos tenha ocorrido por indicação de um familiar e não por um especialista; e a redução no consumo de álcool, que se imagina estar relacionado a diminuição do contato social associado, pode trazer benefícios significativos para o sistema imunológico desses idosos a curto e a longo prazo.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *